quarta-feira, 12 de novembro de 2014
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Cuidado: nem tudo que se lê por aí é verdade.
Muito cuidado!
Tenho acompanhado a mídia divulgar
inúmeras notícias distorcidas sobre o Papa e a Igreja. O pior de tudo é que
tem muito Católico repetido tudo isso como se fosse verdade.
Sugiro para aqueles que querer
acompanhar o dia-a-dia do Papa, que acessem o site da Radio do Vaticano (http://pt.radiovaticana.va/bra/index_n.asp),
ou ainda o Twitter oficial do Papa (http://twitter.com/Pontifex_pt), que traz pequenas mensagens evangélicas.
Já acompanhei desde textos
mentirosos, que deturpavam os ensinamentos da Igreja, atribuídos mentirosamente
ao Papa. Como outros textos simplesmente
distorcidos (intencionalmente ou não) pela imprensa.
Cuidado com o que escuta por aí sobre
a Igreja e sobre o Papa.
E lembre-se, temos o Catecismo da
Igreja Católica, que norteia toda a nossa fé e nos trás as respostas que
precisamos.
Após a Bíblia, o Catecismo é o documento mais importante para todo
o Católico, então, estude-o para que conheça a verdade e não se deixe levar por
notícias que não correspondem à realidade.
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Oração de São Francisco de Assis
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a
união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a
esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a
alegria;
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida
eterna.
- São Francisco de Assis.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
A paixão de Cristo: avaliação médica
Sou um cirurgião, e
dou aulas há algum tempo.
Por
treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei
anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte.
Jesus entrou em agonia no Getsêmani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a
escorrer pela terra.
O
único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas, e o faz com a decisão
de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É
produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza
física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda
emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se
carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão
extrema produziu o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as
glândulas sudoríparas; o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele,
e então escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos
a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a
Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e
então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo
pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro
múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
Os
carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura.
Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas
hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra.
A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor
frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios
lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos,
cairia em uma poça de sangue.
Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros
que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam
sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os
cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de ter
mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, entrega-O para ser
crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da
Cruz; pesa uns cinqüenta quilos… A estaca vertical já está plantada sobre o
Calvário.
Jesus
caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de
pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600
metros; Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre
os joelhos e os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por
terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calvário tem
início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, a sua túnica está
colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze
de uma grande ferida sabe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne
viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em
descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de
toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.
O
sangue começa a escorrer; Jesus é deitado de costas; as suas chagas se
incrustam de pó e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz.
Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para
facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego
pontudo e quadrado), apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de
martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto
assustadoramente. O nervo mediano foi lesado.
Pode-se
imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que
se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor
mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela
lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a
consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco
nervoso permanece em contato com o prego; quando o corpo for suspenso na cruz,
o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a
cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores
dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
O
carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus,
colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar
para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço
horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam
dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de
espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez
que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira.
Cada vez
que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor.
Pregam-lhe
os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu nada desde a tarde anterior. Seu
corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior
começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem
sede… Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em
bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um
estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se
enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps
esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de
tétano. É isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam:
os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre
as costelas, os do pescoço, e os respiratórios.
A
respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não
consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como
um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho,
depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico. Jesus é
envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais se esvaziar. A
fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.
Mas o
que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de
apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a
tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se
mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez
inicial.
Por
que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o
que fazem”.
Logo
em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça.
Foram
transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar,
deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés.
Inimaginável!
Atraídas
pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao
redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o
sol se esconde: de repente a temperatura diminui.
Logo
serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas, todas as suas
dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos lhe
arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”
Jesus
grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz:
“Pai,
nas tuas mãos entrego o meu espírito”
E
morre… Em meu lugar e no seu.
Autor: Dr. Pierre Barbet - Livro: "A Paixão de Cristo segundo o cirurgião"
O Dr. Piérre Barbet, cirurgião francês, estudou durante vinte e cinco anos a paixão de Cristo, à luz do Santo Sudário de Turim; após seus estudos escreveu um impressionante livro, com o título "A Paixão de Cristo segundo o cirurgião", onde narrou os horrores que o Senhor sofreu na Cruz.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Quanto vale o seu tempo?
"Imagine
que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorde com um saldo de R$
86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo do dia para o dia
seguinte.
Todas as
noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo
durante o dia.
O que você
faz? Você irá gastar cada centavo, é claro!
Todos nós
somos cliente deste banco.
Chama-se
TEMPO.
Todas as
manhãs são creditados para cada um 86,400 segundos.
Todas as
noites o saldo é debitado como perda.
Não é
permitido acumular este saldo para o dia seguinte.
Todas as
manhãs a sua conta é reiniciada, e todas as noites as sobras do dia se
evaporam.
Não há volta.
Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário.
Invista então
no que for melhor, na saúde, felicidade e sucesso!
O relógio
está correndo.
Faça o melhor
para o seu dia-a-dia.
· Para você perceber o valor de UM ANO,
pergunte para um estudante que repetiu o ano.
· Para você perceber o valor de UM MÊS,
pergunte para uma mãe que teve o seu bebê prematuramente.
· Para você perceber o valor de UMA
SEMANA, pergunte a um editor de um jornal semanal.
· Para você perceber o valor de UM DIA,
pergunte a uma diarista que não pode ir ao trabalho.
· Para você perceber o valor de UMA HORA,
pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.
· Para você perceber o valor de UM
MINUTO, pergunte a uma pessoa que perdeu o trem.
· Para você perceber o valor de UM
SEGUNDO, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.
· Para você perceber o valor de UM
MILÉSIMO de segundo, pergunte a alguém que ganhou a medalha de prata em uma
Olimpíada.
Valorize cada
momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém
especial suficiente para gastar o seu tempo junto com você.
O ontem é
história.
O amanhã é um
mistério.
O hoje é uma
dádiva. Por isso é chamado de PRESENTE! "
(autor desconhecido)
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Como Rezar o Terço
REZANDO O TERÇO
Oferecimento do Terço (Inicia-se com o Sinal da Cruz)
Divino Jesus, nós Vos oferecemos
este rosário que vamos rezar, meditando nos mistérios da nossa Redenção.
Concedei-nos, virtudes que nos são necessárias para bem rezá-los e a graça de
ganharmos as indulgências desta santa devoção.
Oferecemos, particularmente, em
desagravo dos pecados cometidos contra o Santíssimo Coração de Jesus e
Imaculado Coração de Maria, pela paz do mundo, pela conversão dos pecadores,
pelas almas do Purgatório, pelas intenções do Santo Padre, pelo aumento e
santificação do Clero, pelo vosso Vigário, pela santificação das famílias,
pelas Missões, pelos doentes, pelos agonizantes, por aqueles que pediram
nossas orações, por todas as nossas intenções particulares e pelo Brasil.
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Em seguida segurando a cruz do
terço, para atestar nossa fé em todas as verdades ensinadas por Cristo,
reza-se o Creio em Deus Pai:
Creio em Deus Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da Terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria;
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à
mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado
à direita de Deus Pai Todo-Poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os
mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos
santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna.
Amém.
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TERMINADO O CREIO,
PRESTA-SE HOMENAGEM À SANTÍSSIMA TRINDADE:
Com um Pai-Nosso, Três Ave-Marias e um Glória-ao-Pai; a primeira Ave-Maria em honra a Deus Pai
que nos criou; a segunda, a Deus Filho que nos Remiu; e a terceira, ao
Espírito Santo que nos Santifica.
EM CADA MISTÉRIO SE
REZA UM PAI-NOSSO, DEZ AVE-MARIAS,
UM GLÓRIA-AO-PAI E A JACULATÓRIA:
- Glória ao Pai, ao Filho e o Espírito Santo. Como
era no princípio, agora e sempre. Amém.
- Jaculatória: - Ó! Meu Jesus, perdoai-nos,
livra-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente
as que mais precisarem.
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Mistérios
da Gozosos
Segundas
e Sábados
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Mistérios
Dolorosos
Terças
e Sextas
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Mistérios da Gloriosos
Quartas
e Domingos
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Mistérios Luminosos
Quintas
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No Primeiro
Mistério contemplamos a Anunciação do Arcanjo São Gabriel à
Nossa Senhora.
No Segundo
Mistério contemplamos a Visitação de Nossa Senhora à sua
prima Santa Isabel.
No Terceiro
Mistério contemplamos o Nascimento
do Menino Jesus em Belém.
No Quarto
Mistério contemplamos a Apresentação do Menino Jesus no templo
e a Purificação de Nossa Senhora
No Quinto
Mistério contemplamos a Perda e o Encontro do Menino Jesus
no templo.
Ao término do último
mistério reza-se o Agradecimento e o
Salve-Rainha
|
No Primeiro
Mistério contemplamos a Agonia de Cristo Nosso Senhor quando
suou sangue no horto.
No Segundo
Mistério contemplamos a Flagelação de Jesus Cristo atado à
coluna.
No Terceiro
Mistério contemplamos a Coroação
de espinhos de Nosso
Senhor.
No Quarto
Mistério contemplamos Jesus Cristo carregando a Cruz para o
Calvário.
No Quinto
Mistério contemplamos a Crucifixão
e morte de Nosso Senhor
Jesus Cristo.
Ao término do último
mistério reza-se o
Agradecimento e o Salve-Rainha
|
No Primeiro
Mistério contemplamos a Ressurreição de Cristo Nosso Senhor.
No Segundo
Mistério contemplamos a Ascensão de Nosso Senhor ao Céu.
No Terceiro
Mistério contemplamos a Vinda do Espírito Santo sobre os
Apóstolos com Maria no Cenáculo em Jerusalém.
No Quarto
Mistério contemplamos a Assunção de Nossa Senhora ao Céu.
No Quinto
Mistério contemplamos a Coroação de Nossa Senhora no Céu como
Rainha de todos os anjos e santos.
Ao término
do último
mistério reza-se o Agradecimento e o
Salve-Rainha
|
No Primeiro
Mistério contemplamos o Batismo de Jesus, feito por João Batista,
no Rio Jordão.
No Segundo
Mistério contemplamos Jesus nas bodas de Cana, transformando a água
em vinho a pedido de Maria.
No Terceiro
Mistério contemplamos Jesus anunciando o Advento do Reino e o
convite à conversão.
No Quarto
Mistério contemplamos a Transfiguração de Jesus no Monte
Tabor.
No Quinto
Mistério contemplamos a Instituição da Eucaristia, onde Jesus
faz alimento com o seu corpo e o seu sangue.
Ao término do último
mistério reza-se o
Agradecimento e o Salve-Rainha
|
Agradecimento
Infinitas graças vos damos, Soberana Rainha, pelos
benefícios que todos os dias recebemos de vossas mãos liberais. Dignai-vos
agora e para sempre tomar-nos debaixo do vosso poderoso amparo e para mais
vos obrigar vos saudamos com uma...
|
|||
Salve Rainha
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida, doçura,
esperança nossa salve! A vós bradamos, os degradados filhos de Eva; a vós
suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois, advogada
nossa esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro
mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó
Clemente, ó Piedosa, ó Doce, sempre Virgem Maria.
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.
(Terna-se com o Sinal da Cruz) |
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014
É permitido comungar mais de uma vez no mesmo dia?
O Código de Direito Canônico, no cânon 917 estabelece que:
Cân. 917 — Quem tiver recebido a santíssima Eucaristia pode voltar a recebê-la de novo no mesmo dia, mas somente dentro da celebração eucarística em que participe, salvo o prescrito no cân. 921, § 2.
O Cânon 921, § 2, trata de situação de “perigo de morte”, quando neste caso, mesmo que o fiel já tenha comungado na Missa, recomenda-se que comungue de novo.
Uma interpretação restritiva revela que é permitido comungar 2 vezes por dia, desde que, durante a participação da Missa. Uma 3ª vez, somente seria permitida no caso de perigo de morte (Cânon 921, § 2).
Existem interpretações mais abrangentes no sentido de que, é possível comungar num mesmo dia durante todas as Missas que venha o fiel a participar, mesmo que sejam mais que 2, 3, 4, etc.
Antes de promulgação do atual Código de Direito Canônico em 25.01.1983, era restrito ao fiel comungar apenas 1 vez por dia.
Assim, entendo que a melhor interpretação é a restritiva, que permite comungar em até 2 vezes ao dia (desde que a segunda vez seja durante a participação da Missa) e ainda, uma 3ª vez, no caso de risco de morte.
P.S.: Apenas o sacerdote é obrigado a receber a comunhão em cada Missa que celebra.
FICA COMIGO, SENHOR!
Fica comigo, Senhor!
São Padre Pio de Pietrelcina
Fica Senhor comigo, pois preciso da tua presença para não te esquecer.
Sabes quão facilmente posso te abandonar.
Fica Senhor comigo, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair.
Fica Senhor comigo, porque és minha vida, e sem ti perco o fervor.
Fica Senhor comigo, porque és minha luz, e sem ti reina a escuridão.
Fica Senhor comigo, para me mostrar tua vontade.
Fica Senhor comigo, para que ouça tua voz e te siga.
Fica Senhor comigo, pois desejo amar-te e permanecer sempre em tua companhia.
Fica Senhor comigo, se queres que te seja fiel.
Fica Senhor comigo, porque, por mais pobre que seja minha alma, quero que se transforme num lugar de consolação para ti, um ninho de amor.
Sabes quão facilmente posso te abandonar.
Fica Senhor comigo, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair.
Fica Senhor comigo, porque és minha vida, e sem ti perco o fervor.
Fica Senhor comigo, porque és minha luz, e sem ti reina a escuridão.
Fica Senhor comigo, para me mostrar tua vontade.
Fica Senhor comigo, para que ouça tua voz e te siga.
Fica Senhor comigo, pois desejo amar-te e permanecer sempre em tua companhia.
Fica Senhor comigo, se queres que te seja fiel.
Fica Senhor comigo, porque, por mais pobre que seja minha alma, quero que se transforme num lugar de consolação para ti, um ninho de amor.
Fica comigo, Jesus, pois se faz tarde e o dia chega ao fim; a vida passa, e a morte, o julgamento e a eternidade se aproximam. Preciso de ti para renovar minhas energias e não parar no caminho. Está ficando tarde, a morte avança e eu tenho medo da escuridão, das tentações, da falta de fé, da cruz, das tristezas. Oh, quanto preciso de ti, meu Jesus, nesta noite de exílio.
Fica comigo nesta noite, Jesus, pois ao longo da vida, com todos os seus perigos, eu preciso de ti. Faze, Senhor, que te reconheça como te reconheceram teus discípulos ao partir do pão, a fim de que a Comunhão Eucarística seja a luz a dissipar a escuridão,a força a me sustentar, a única alegria do meu coração.
Fica comigo, Senhor, porque na hora da morte quero estar unido a ti, se não pela Comunhão, ao menos pela graça e pelo amor.
Fica comigo, Jesus. Não peço consolações divinas, porque não às mereço, mas apenas o presente da tua presença, ah, isso sim te suplico!
Fica Senhor comigo, pois é só a ti que procuro teu amor, tua graça, tua vontade, teu coração, teu Espírito, porque te amo, e a única recompensa que te peço é poder amar-te sempre mais. Como este amor resoluto desejo amar-te de todo o coração enquanto estiver na terra, para continuar a te amar perfeitamente por toda a eternidade. Amém.
São Padre Pio, rogai por nós!
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
A Revelação Divina
Deus quis revelar-Se ao homem (instruindo
os caminhos para a salvação da humanidade corrompida pelo pecado) a partir da
aliança com Noé, passando pelos Patriarcas (Abraão - pai da fé -, Isaac e Jacó)
e Profetas, até a Sua plena revelação em Jesus Cristo.
A revelação pública de Deus ao homem foi encerrada
com Jesus Cristo, e após Cristo não haverá outra revelação.
“Deus revelou-Se plenamente enviando o seu
próprio Filho, no qual estabeleceu a sua aliança para sempre. O Filho é a Palavra
definitiva do Pai, de modo que, depois d'Ele, não haverá outra Revelação.” (CIC 72)
A Igreja reconhece alguns episódios de
chamadas “revelações particulares ou privadas” (como por exemplo: as aparições
de Nossa Senhora em Lourdes, Fátima, Guadalupe e La Salete). Esses episódios
não visam complementar ou substituir a revelação definitiva que nos fez Jesus
Cristo, mas sim vivê-la mais plenamente em determinada época da história, como
nos ensina o Catecismo da Igreja Católica (CIC 67).
Ou seja, as revelações privadas, podem
nos ajudar a viver melhor a nossa fé em Cristo, mas nunca substituir ou
modificar a revelação completa e definitiva realizada e encerrada em Jesus
Cristo.
São João da Cruz (Doutor da Igreja) ensina que:
“Ao dar-nos, como nos deu, o seu Filho, que é a sua Palavra – e
não tem outra – (Deus) disse-nos tudo ao mesmo tempo e de uma só vez nesta
Palavra única e já nada mais tem para dizer. [...] Porque o que antes disse
parcialmente pelos profetas, revelou-o totalmente, dando-nos o Todo que é o seu
Filho. E por isso, quem agora quisesse consultar a Deus ou pedir-Lhe alguma
visão ou revelação, não só cometeria um disparate, mas faria agravo a Deus, por
não pôr os olhos totalmente em Cristo e buscar fora d'Ele outra realidade ou
novidade.” (São João da
Cruz, Subida del monte Carmelo
2, 22, 3-5: Biblioteca Mística Carmelitana,v. 11, Burgos 1929. p. 184.)
A revelação Divina, ao longo dos
séculos, nos é transmitida pela Sagrada Escritura (Bíblia) e Sagrada
Tradição (que vem a partir dos Apóstolos, e é aprovada pela Igreja, como
por exemplo, a oração do “Credo”, que não está escrita na Bíblia e da mesma
forma o Dogma da Assunção de Nossa Senhora ao Céu). Cabe à Igreja, depositária
da fé, por seu Magistério, interpretar e transmitir a revelação Divina.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Oração de São Bento
ORAÇÃO DE SÃO BENTO
"A Cruz Sagrada seja a minha Luz.
Não seja o dragão o meu guia.
Retira-te satanás.
Nunca me aconselhes coisas vãs.
É mau o que tu me ofereces.
Bebe tu mesmo o teu veneno."
Amém!
"Angelus"
"Angelus"
V. O Anjo do Senhor anunciou a Maria.
R. E Ela concebeu do Espírito Santo.
Ave Maria…
V. Eis a escrava do Senhor.
R. Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra.
Ave Maria…
V. E o Verbo divino encarnou.
R. E habitou no meio de nós.
Ave Maria…
V. Rogai por nós Santa Mãe de Deus.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Oremos.
Infundi, Senhor, como Vos pedimos, a Vossa graça nas nossas almas, para que nós, que pela Anunciação do Anjo conhecemos a Encarnação de Cristo, Vosso Filho, pela sua Paixão e Morte na Cruz, sejamos conduzidos à glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
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